Esse comentário foi feito no blog do meu amigo Adriano Moutinho e como ficou razoavelmente estruturado, também publico aqui em meu blog. Ah, vá assistir ao filme, vale a pena!
O filme em que Lula é o filho de D. Lindú, essa sim praticamente o personagem principal. Ela é mostrada com sua guia e amparo, como a pessoa que o construiu como pessoa e o dotou de princípios e de capacidade de ser o que é.
O filme é de médio para bom, acho que é difícil "empacotar" tantas coisas em tão pouco tempo. De cara achei estranho nenhum dos filhos pressionar para levar o cachorro, fiquei até triste com o abandono do bichinho, mas mais tarde no filme aquilo ali parecia proposital, o cachorro era do pai, que parecia gostar mais desse cachorro que dos próprios filhos.
Lula no filme possui defeitos, fala palavrões, é brincalhão (o que sempre é mesmo), bebe e fuma muito, tem claramente esse problema com o pai, e em boa parte do filme é um cara muito inseguro. Não há nenhum motivo para ser considerado como "super-herói", simplesmente porque Lula foi o que foi exatamente da forma que o filme construiu: reunia uma série de características que o fez um líder dos trabalhadores que a princípio não incomodava o governo por não ser comunista, mas quando viram a dimensão que ele se tornou, já era muito tarde: Lula havia se tornado muito mais que um líder sindical, era uma referência dos trabalhadores.
Acredito que agora o novo filme, o que poderia ser a sequência, aliás poderiam haver 2 ainda, um dele criando e batalhando na Constituinte e durante o governo FHC até ser presidente, mas sem dúvida o filme que mostraria ele como presidente tinha que se chamar "LULA, O PAI DO BRASIL". Pois para o povão que o apóia, ele é um verdadeiro pai.
Assisti o filme no Odeon, tradicional sala no Centro do Rio, horário de saída do trabalho. Os alguns engraçadinhos que no início do filme zoaram a "não existência de verba pública" e de alguns dos patrocinadores, se calaram e se emocionaram. Ao final, 4 ou 5 pessoas saíram e as demais não se mexiam, olhando as fotos que passavam na tela. Na enorme sala, cerca de 150 pessoas assistiram e certamente respeitam muito mais Lula depois de ver o filme do que respeitavam antes, já gostando ou não dele.
O filme não é eleitoreiro mas é capaz de fazer as pessoas respeitarem muito mais a história do homem Lula, pela honra e dignidade que sua simples e analfabeta mãe foi capaz de lhe passar, uma sabedoria típica brasileira que não está nas teses dos doutores. Está no bom coração de cada pessoa simples que quer vencer nesse país.
O filme é de médio para bom, acho que é difícil "empacotar" tantas coisas em tão pouco tempo. De cara achei estranho nenhum dos filhos pressionar para levar o cachorro, fiquei até triste com o abandono do bichinho, mas mais tarde no filme aquilo ali parecia proposital, o cachorro era do pai, que parecia gostar mais desse cachorro que dos próprios filhos.
Lula no filme possui defeitos, fala palavrões, é brincalhão (o que sempre é mesmo), bebe e fuma muito, tem claramente esse problema com o pai, e em boa parte do filme é um cara muito inseguro. Não há nenhum motivo para ser considerado como "super-herói", simplesmente porque Lula foi o que foi exatamente da forma que o filme construiu: reunia uma série de características que o fez um líder dos trabalhadores que a princípio não incomodava o governo por não ser comunista, mas quando viram a dimensão que ele se tornou, já era muito tarde: Lula havia se tornado muito mais que um líder sindical, era uma referência dos trabalhadores.
Acredito que agora o novo filme, o que poderia ser a sequência, aliás poderiam haver 2 ainda, um dele criando e batalhando na Constituinte e durante o governo FHC até ser presidente, mas sem dúvida o filme que mostraria ele como presidente tinha que se chamar "LULA, O PAI DO BRASIL". Pois para o povão que o apóia, ele é um verdadeiro pai.
Assisti o filme no Odeon, tradicional sala no Centro do Rio, horário de saída do trabalho. Os alguns engraçadinhos que no início do filme zoaram a "não existência de verba pública" e de alguns dos patrocinadores, se calaram e se emocionaram. Ao final, 4 ou 5 pessoas saíram e as demais não se mexiam, olhando as fotos que passavam na tela. Na enorme sala, cerca de 150 pessoas assistiram e certamente respeitam muito mais Lula depois de ver o filme do que respeitavam antes, já gostando ou não dele.
O filme não é eleitoreiro mas é capaz de fazer as pessoas respeitarem muito mais a história do homem Lula, pela honra e dignidade que sua simples e analfabeta mãe foi capaz de lhe passar, uma sabedoria típica brasileira que não está nas teses dos doutores. Está no bom coração de cada pessoa simples que quer vencer nesse país.













































0 comentários:
Postar um comentário
Sua mensagem estará sendo moderada. Portanto, fique à vontade para fazer comentários com responsabilidade. Se não for usuário do Blogger, use a opção Nome/URL para se identificar. Obrigado pela visita!