Como já havia mencionado num post anterior, a ONG Movimento dos Sem-Mídia (MSM), da qual faço parte, protocolou uma representação no Ministério Público Federal hoje, contra vários órgãos da grande mídia no famoso caso da falsa epidemia de febre amarela.
Trata-se de uma ação profissionalmente pautada, com muitas provas da ação indevida dos órgãos que abstiveram-se do papel de informar para criar uma sensação de alarde e até pânico nas pessoas, gerando prejuízos para a sociedade, desde materiais, com o gasto desnecessário de vacinas em regiões sem ocorrência da doença, bem como da saúde de diversas pessoas que em reações diversas à vacina, tiveram que ficar internadas e 2 pessoas vieram até a falecer em decorrência disso.
E a irresponsabilidade de tais órgãos não pode ficar impune. Ocorreram claros prejuízos, inclusive perda de vidas e danos a diversas pessoas que ficaram internadas, fora o prejuízo para o sistema de saúde público, com uso de recursos que poderiam ser usados em outras prioridades. O mesmo serviço de saúde que vive sendo alvo de críticas dos mesmos opositores ao governo (a grande mídia é uma oposição firme e clara) que se tivessem mesmo preocupados, não fariam esse tipo de golpe piorando ainda mais o funcionamento normal do sistema, fora a campanha contra a CPMF, que atingiu diretamente o setor.
Saiba mais:
Clique aqui para ter acesso ao conteúdo da ação, no Vi o Mundo, do Luiz Carlos Azenha.
Clique aqui para ler a entrevista de Eduardo Guimarães a Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada.
Clique aqui para ter acesso ao blog do Presidente do MSM, Eduardo Guimarães.
Trata-se de uma ação profissionalmente pautada, com muitas provas da ação indevida dos órgãos que abstiveram-se do papel de informar para criar uma sensação de alarde e até pânico nas pessoas, gerando prejuízos para a sociedade, desde materiais, com o gasto desnecessário de vacinas em regiões sem ocorrência da doença, bem como da saúde de diversas pessoas que em reações diversas à vacina, tiveram que ficar internadas e 2 pessoas vieram até a falecer em decorrência disso.
E a irresponsabilidade de tais órgãos não pode ficar impune. Ocorreram claros prejuízos, inclusive perda de vidas e danos a diversas pessoas que ficaram internadas, fora o prejuízo para o sistema de saúde público, com uso de recursos que poderiam ser usados em outras prioridades. O mesmo serviço de saúde que vive sendo alvo de críticas dos mesmos opositores ao governo (a grande mídia é uma oposição firme e clara) que se tivessem mesmo preocupados, não fariam esse tipo de golpe piorando ainda mais o funcionamento normal do sistema, fora a campanha contra a CPMF, que atingiu diretamente o setor.
Saiba mais:
Clique aqui para ter acesso ao conteúdo da ação, no Vi o Mundo, do Luiz Carlos Azenha.
Clique aqui para ler a entrevista de Eduardo Guimarães a Paulo Henrique Amorim, no Conversa Afiada.
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